domingo, 25 de dezembro de 2016

Nuvens amarelas

Mais uma tarde de domingo,
E a parede de nuvens amarelas
Passa vagarosamente
Para não dar lugar às estrelas.

É dia de natal, dia quase findado.
A noite se aproximou rápida
Enquanto achei que havia acabado
A minha saudade tão ácida.

Ao ver-me assim fico pensando
O porque aqui estou.
Eu, verme do meu frio passado,
Eis que aqui estou.

Fabiano Favretto

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