terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Gargulia

As gárgulas observam
Os tolos andantes mortais,
Que aos poucos revelam
Suas sórdidas imundícies reais.

Vomitam incoerências
Em noite tempestuosa,
Onde comentam da decadência
E da falta da vida virtuosa.

Da rocha formados,
Exibem a imagem do mal.
No frio aconchegados,
Aguardam eles, a chegada do caos.

Fabiano Favretto


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