domingo, 16 de fevereiro de 2014

Ouro

Eu ando
No vento que vem no norte.
Eu remo
Contra as ondas que dão má sorte.

Eu pulo
As tormentas do mau-agouro.
Eu sinto
O meu sangue tornando-se ouro.

Eu falo
Palavras maiores do que a morte.
Eu crio
Medidas para ser mais forte.

Eu voo
Nas tempestades de um tornado.
Eu forjo
O meu destino do aço mais honrado.

Eu recrio
A minha vida colocando-a em aposta.
Eu prevaleço
Vencendo a morte como resposta.

Fabiano Favretto

2 comentários:

  1. Haciendo frente a las adversidades es como mejor podemos disfrutar de los instantes.
    Un abrazo Fabiano

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    1. Quebrando as engrenagens da adversidade,
      podemos continuar a marcha da felicidade.

      Abraços,
      Fabiano Favretto

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