Rodoviária,
Antro dos assassinos,
Lar dos desavisados
E dos miseráveis
Esquecidos por Deus
Há prostituição,
Há drogas,
Há o fim do caminho,
E há o desaviso.
Mas há sempre o dia
Que limpa a imundície
Que pede passagem
E se instala
Madrugada a dentro
Com o vento sujo
Da sarjeta.
Fabiano Favretto
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