Petto di Gingillo
Eu, eu mesmo.
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sábado, 25 de julho de 2015
Abiogênese
Abiogênese a poesia surge
Do vácuo frio
As rimas reluzem
Toma vida verso tardio
Palavras que me iludem
Nascem no imenso vazio
Para neste papel morrerem.
Fabiano Favretto
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